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sábado, 23 de março de 2013

Galo

Galo Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nota: Para outros significados, veja Galo (desambiguação). Crista caraterista do Galo, pois são maiores. Galo O galo (Gallus gallus) é o macho da galinha, comumente tratado como um animal heráldico. Tais animais ao longo da história também foram utilizados num esporte, atualmente ilegal em diversos países, denominado rinha. Um galo pequeno é um galispo. Índice [esconder] 1 O canto do galo 2 Dimorfismo sexual 3 Representações na cultura 4 Referências [editar]O canto do galo Os galos cantam de madrugada, entre 3h e 5h, para demarcar o território. Eles podem cantar durante o dia para se imporem diante de outros galos.(1) [editar]Dimorfismo sexual O galo apresenta alguns diformimos sexuais com relação a galinha: Cristas maiores Grandes esporões pouco acima dos pés, pontiagudos, só se desenvolvem no macho, é um instrumento de defesa e ataque nas brigas entre os individuos. Penas brilhantes no pescoço, asas e costas. As penas do rabo são muito mais compridas em algumas especies. Dentro de cada especie, o macho é ligeiramente maior que a femea. O canto, sendo presente apenas nos individuos machos. [editar]Representações na cultura O galo Dudico também é conhecido como: Cícero Liberato, Publicidade. O galo é o símbolo da Publicidade. O galo é o símbolo da Seleção Francesa de Futebol. O galo é o símbolo do Clube Atlético Mineiro, equipe da Série A. O galo é também mascote do Atlético Rio Negro Clube de Manaus, também conhecido como Galo da Praça da Saudade. O galo é o símbolo do River Atlético Clube, equipe da Série C. O Galo de Barcelos é um símbolo nacional de Portugal, encontra-se comumente em lojas para turistas. O galo é o símbolo do Gil Vicente Futebol Clube, equipa da cidade de Barcelos,em Portugal, que joga na Liga Zon Sagres. No horóscopo chinês o galo é chamado de Hóu. No Natal cristão, a Missa do Galo é celebrada à meia-noite do dia 24 de dezembro. O galo é o mascote do Treze Futebol Clube, equipe de futebol de Campina Grande, também conhecido como o Galo da Borborema, time de maior torcida no estado da Paraíba. O galo é o mascote do Paulista Futebol Clube, equipe de futebol de Jundiaí-SP, também conhecido como o Galo da Serra do Japi (ou Galo da Japi). o Galo da Madrugada, que desfila no sábado de Carnaval em Recife é, segundo o Guiness Book, o maior bloco de carnaval do mundo

Morre de câncer Stewie,o gato mas comprido do mundo

FELINO NO LIVRO GUINESS DOS RECORDES Depois de uma longa batalha contra o câncer morreu Stewie, o gato doméstico mais comprido do mundo no Reno, estado norte-americano do Nevada. O felino, que media 1 metro 23 cm da ponta do focinho à cauda, ostentava o título atribuído pelo Guiness World Records desde agosto de 2010. Assim que a notícia foi conhecida, centenas de admiradores inundaram a página de Facebook de Stewie com mensagens de condolências. Stewie, de raça Main Cook, era um gato certificado para terapia animal e ajudou a Nevada Humane Society a promover campanhas sobre bem-estar animal. “Ele era muito social e adorava conhecer novas pessoas”, contou a dona, Robin Hendrickson. “Ele tocou muitas vidas”. O nome completo de Stewie era Mymains Stewart Gillian. No mês passado, ele participou no International Cat Show em Portland, no mesmo estado. No início do ano passado o bichano foi diagnosticado com Lymphosarcoma, uma doença maligna que ataca os tecidos linfáticos. Stewie reagiu bem à quimioterapia e foi declarado curado. Contudo, o período de remissão foi curto e surgiu um tumor mais agressivo nos rins.

A maior cobra do mundo

KENDAL, Indonésia (Reuters) - Um parque de diversões da Indonésia está expondo um píton de quase 15 metros de comprimento, a maior serpente já capturada no mundo. O animal chegou a ser reverenciado como chefe de uma tribo e adora comer cachorros. A imensa cobra negra, do sexo masculino, possui 85 centímetros de diâmetro, pesa 447 quilos e tem 14,85 metros de comprimento, segundo os responsáveis por uma exibição de animais no parque Curugsewu, na cidade de Kendal (região central da ilha de Java). O tratador de cobras Imam Darmanto disse à Reuters que a cobra gosta de engolir cachorros. Em um mês, esta cobra pode comer cerca de cinco cães", afirmou. Segundo o Guinness World of Records (livro dos recordes), a maior cobra já descoberta também era um píton da Indonésia. Ela tinha 10 metros de comprimento e havia sido encontrada na ilha de Sulawesi em 1912. No ano passado, Samantha, uma cobra de 8 metros que era considerada a maior mantida em cativeiro, morreu no Bronx Zoo, de Nova York (EUA). Samantha veio do lado indonésio da ilha de Bornéu. Darmanto disse ter encontrado o píton no ano passado na ilha de Sumatra, onde havia sido capturado e mantido em cativeiro por moradores de um vilarejo. Mas levou meses para que o tratador conseguisse autorização dos moradores do local para levá-lo a Java. "Ele era considerado o chefe da tribo Kubu." A tribo Kubu mora nas matas do sul de Sumatra e evita o contato com o mundo moderno. A cobra fez dobrar o número de visitantes no parque, antes conhecido por seus brinquedos e quedas d'água. (Por Achmad Sukarsono)

As serpentes mas venenosas

Serpente Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nota: Para outros significados, veja Serpente (desambiguação). Este artigo ou secção contém uma lista de fontes ou uma única fonte no fim do texto, mas esta(s) não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde janeiro de 2009) Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário. Serpentes Opheodrys aestivus, uma espécie de serpente Classificação científica Reino: Animalia Filo: Chordata Classe: Reptilia Ordem: Squamata Subordem: Serpentes Distribuição geográfica Em azul, o habitat das cobras marinhas. Em preto, o das cobras terrestres. Superfamílias e Famílias Typhlopoidea (Scolecophidia) Anomalepididae Leptotyphlopidae Typhlopidae Henophidia (Boidea) Aniliidae Anomochilidae Boidae Bolyeriidae Cylindrophiidae Fonedeouvidae Loxocemidae Pythonidae Tropidophiidae Ungaliophiidae Uropeltidae Xenopeltidae Xenophidia (Colubroidea = Caenophidia) Acrochordidae Atractaspididae Colubridae* Elapidae* Hydrophiidae* Viperidae* * Venenosas As serpentes (Serpentes), também chamadas ofídios (Ophidia), cobras,[1] mbóis, mboias e malacatifas[2], são répteis poiquilotérmicos (ou pecilotérmicos) sem patas, pertencentes à subordem Serpentes. São bastante próximos dos lagartos, com os quais partilham a ordem Squamata. Há também várias espécies de lagartos sem patas que se assemelham a cobras, sem estarem relacionados com estas, no entanto. A atração pelas serpentes é chamada de ofidiofilia. A repulsão é chamada de ofidiofobia. O estudo dos répteis e anfíbios chama-se herpetologia (da palavra grega herpéton, que significa "aquilo que rasteja" - em especial, serpentes). Índice [esconder] 1 Etimologia 2 Evolução 3 Biologia 3.1 Esqueleto 3.2 Pele 3.3 Sentidos 3.4 Órgãos internos 3.5 Tipos de dentição 4 Comportamento 4.1 Alimentação 4.2 Locomoção 4.3 Reprodução 5 Classificação 5.1 Subordem Serpentes (Ophidia) 5.1.1 Superfamília Typhlopoidea (Scolecophidia) 5.1.2 Superfamília Henophidia (Boidae) 5.1.3 Superfamília Xenophidia (Colubroidea = Caenophidia) 6 Serpentes peçonhentas 6.1 Sobrevivência a mordidas de serpentes venenosas 6.1.1 Sinais e sintomas 6.1.2 Tratamento Pré-Hospitalar 7 Referências 8 Ligações externas [editar]Etimologia "Cobra" vem do termo latino colubra. "Serpente" vem do termo latino serpente. "Mbói" e "mboia" vêm do termo tupi mbói, "cobra".[3] [editar]Evolução As serpentes estão mais profundamente relacionadas a lagartos varanoides, muito embora não haja uma identificação mais clara sobre qual seria o grupo de varanoide mais relacionado evolutivamente. Os grupos de lagartos varanoides mais provavelmente relacionados com serpentes são provavelmente os das famílias Lantanotidae e Mossassauridae. [editar]Biologia [editar]Esqueleto O esqueleto da maioria das serpentes consiste apenas do crânio, maxilares, coluna vertebral e costelas. A coluna vertebral possui aproximadamente entre 200 e 400 (ou mais) vértebras. Destas, em torno de 20% (às vezes menos) são da cauda e não possuem costelas. Já as vértebras do corpo possuem, cada uma, duas costelas articuladas a elas. As vértebras também possuem projeções às quais se fixam os fortes músculos que as serpentes usam para se locomover. [editar]Pele A pele das cobras é coberta por escamas. As escamas do corpo podem ser lisas ou granulares. As suas pálpebras são escamas transparentes que estão sempre fechadas. Elas mudam a sua pele periodicamente (em um processo conhecido como ecdise ou muda). Pensa-se que a finalidade primordial desta é remover os parasitas externos. Esta renovação periódica tornou a serpente num símbolo de saúde, como por exemplo no símbolo da medicina (o bastão de Esculápio). Nos Caenophidia, as escamas ventrais e as fileiras largas de escamas dorsais correspondem às vértebras, permitindo que os cientistas contem as vértebras sem ser necessária a dissecação. [editar]Sentidos Apesar de a visão não ser particularmente notória (geralmente sendo melhor na espécie arboreal e pior na espécie terrestre), não impede a detecção do movimento. Para além dos seus olhos, algumas serpentes (crotalíneos - ou cobras-covinhas - e pítons) têm receptores infravermelhos sensíveis em sulcos profundos chamados de fossetas que lhes permite sentir o calor emitido pelos corpos. Isto é extremamente útil em lugares com pouca luminosidade. Como as serpentes não têm orelhas externas, a audição consegue apenas detectar vibrações, mas este sentido está extremamente bem desenvolvido. A maioria das serpentes usa a sua língua bifurcada para captar partículas de odor no ar e enviá-las ao chamado órgão de Jacobson, situado na sua boca, para examiná-las. A bifurcação na língua dá à serpente algum sentido direccional do cheiro. [editar]Órgãos internos O pulmão esquerdo é muito pequeno ou mesmo ausente, uma vez que o corpo em forma tubular requer que todos os órgãos sejam compridos e estreitos. Para que caibam no corpo, só um pulmão funciona. Além disso muitos dos órgãos que são pares, como os rins ou órgãos reprodutivos estão distribuídos ao longo do corpo de modo que um esteja à frente do outro, sendo um exemplo de excepção da simetria bilateral . [editar]Tipos de dentição Ver artigo principal: Tipos de dentição em serpentes [editar]Comportamento [editar]Alimentação Todas as serpentes são carnívoras, comendo pequenos animais (incluindo lagartos e outras cobras), aves, ovos ou insetos. Algumas cobras têm peçonha para matar as suas presas antes de as comerem. Outras matam as suas presas por constrição. As cobras não mastigam quando comem, elas possuem uma mandíbula flexível, cujas duas partes não estão rigidamente ligadas. Isso se dá graças ao osso quadrado que funciona como uma peça de encaixe, que quando necessário desarticula sua mandíbula para se adaptar ao tamanho de sua presa (ao contrário da crença popular, elas não desarticulam as suas mandíbulas), assim como numerosas outras articulações do seu crânio, permitindo-lhes abrir a boca de forma a engolir toda a sua presa, mesmo que ela tenha um diâmetro maior que a própria cobra. Serpente da espécie Pantherophis guttatus a engolir um rato. As cobras ficam entorpecidas, depois de comerem, enquanto decorre o processo da digestão. A digestão é uma atividade intensa e, especialmente depois do consumo de grandes presas, a energia metabólica envolvida é tal que na Crotalus durissus, a cascavel mexicana, a sua temperatura corporal pode atingir 6 graus acima da temperatura ambiente. Por causa disto, se a cobra for perturbada, depois de recentemente alimentada, irá provavelmente vomitar a presa para tentar fugir da ameaça. No entanto, quando não perturbada, o seu processo digestivo é altamente eficiente, dissolvendo e absorvendo tudo excepto o pelo e as garras, que são expelidos junto com o excesso de ácido úrico. Normalmente, as serpentes não costumam atacar seres humanos, mas há relatos envolvendo serpentes grandes, como pythons. Apesar de serem dóceis, existem algumas espécies particularmente agressivas, mesmo assim, a maioria não ataca seres humanos, a menos que sejam assustadas ou molestadas, preferindo evitar este contato. [editar]Locomoção Jararacuçu-do-brejo se locomovendo na areia da estrada (comprimento 2 metros). Jararacuçu-do-brejo, sequencia da locomoção. As cobras usam quatro métodos de locomoção que lhes permitem uma mobilidade substancial mesmo perante a sua condição de "répteis sem pernas". Todas as serpentes têm a capacidade de ondulação lateral, em que o corpo é ondulado de lado e as áreas flexionadas propagam-se posteriormente, dando a forma de uma onda de seno propagando-se posteriormente. Além disto, as serpentes também são capazes do "movimento de concertina", ou "movimento de sanfona". Este método de movimentação pode ser usado para trepar em árvores ou atravessar pequenos túneis. No caso das árvores, o tronco é agarrado pela parte posterior do corpo, ao passo que a parte anterior é estendida. A porção anterior agarra o tronco em seguida e a porção posterior é propelida para a frente. Este ciclo pode ocorrer em várias secções da cobra simultaneamente (este método originou a afirmação errônea de que as cobras "andam nas próprias costelas"; na verdade, as costelas não movem para frente e para trás em nenhum dos 4 tipos de movimento). No caso de túneis, em vez de se agarrar, o corpo comprime-se contra as paredes do túnel criando a fricção necessária para a locomoção, mas o movimento é bastante semelhante ao anterior. Outro método comum de locomoção é locomoção retilínea, em que uma cobra se mantém recta e se propele como se de uma mola se tratasse, usando os músculos da sua barriga. Este método é usado normalmente por cobras muito grandes e pesadas, como pítons e víboras. No entanto, o mais complexo e interessante método de locomoção é o zigue-zague, uma locomoção ondulatória usada para atravessar lama ou areia solta. Nem todas as serpentes são capazes de usar todos os métodos. A velocidade máxima conseguida pela maioria das cobras é de 13 km/h, mais lento que um ser humano adulto a correr, excepto a mamba-negra, que pode atingir até 20 km/h. Nem todas as serpentes vivem em terra; serpentes marítimas vivem em mares tropicais pouco profundos. [editar]Reprodução As serpentes usam um vasto número de modos de reprodução. Todas usam fertilização interna, conseguida por meio de hemipénis bifurcados, que são armazenados invertidamente na cauda do macho. A maior parte das serpentes põe ovos e a maior parte destas abandona-os pouco depois de os pôr; no entanto, algumas autores entendem que essas espécies são ovovivíparas e retém os ovos dentro dos seus corpos até estes se encontrarem prestes a eclodir. Recentemente, foi confirmado que várias espécies de cobras desenvolvem os seus descendentes completamente dentro de si, nutrindo-os através de uma placenta e um saco amniótico. A retenção de ovos e os partos ao vivo são normalmente, mas não exclusivamente, associados a climas frios, sendo que a retenção dos descendentes dentro da fêmea permite-lhe controlar as suas temperaturas com maior eficácia do que se estes se encontrassem no exterior. [editar]Classificação [editar]Subordem Serpentes (Ophidia) [editar]Superfamília Typhlopoidea (Scolecophidia) Família Anomalepididae Família Typhlopidae (Cobras cegas) Família Leptotyphlopidae /Glauconiidae [editar]Superfamília Henophidia (Boidae) Família Aniliidae /Ilysiidae: falsa-coral brasileira Família Anomochilidae Família Fonedeouvidae Família Boidae: jibóias Família Pythonidae: pítons Família Bolyeridae: Família Cylindrophiidae Família Loxocemidae: jibóia mexicana Família Tropidophiidae Família Ungaliophiidae (boas anãs) Família Uropeltidae [editar]Superfamília Xenophidia (Colubroidea = Caenophidia) Família Acrochordidae Família Atractaspididae Família Colubridae Família Elapidae: cobra coral Família Hydrophiidae: cobra do mar Família Viperidae: víboras [editar]Serpentes peçonhentas Cobra em posição de ataque. Embora apenas um quarto das serpentes sejam peçonhentas - é vulgar chamar erradamente venenosos aos animais que injetam sua toxina -, muitas das espécies são letais aos humanos. Estas serpentes letais são geralmente agressivas e sua peçonha pode matar um adulto saudável, se este não for devidamente tratado no período de algumas horas. As cobras venenosas são classificadas em quatro famílias taxonómicas: Elapidae - najas, mambas, cobras-coral, cobra-real,etc. Viperidae - cascavel, jararaca, surucucu, víbora-cornuda, víbora-de-seoane, etc. Colubridae - cobra-rateira, nem todas venenosas. Hydrophiidae Em Portugal, apenas existem espécies de duas destas famílias - Colubridae e Viperidae. Apenas três espécies merecem referência como perigosas para o Homem: a cobra-rateira, a víbora-cornuda e a víbora-de-seoane. Os casos de mordeduras fatais conhecidos são raros e ocorreram principalmente em indivíduos debilitados, idosos, doentes ou crianças. Existem antídotos específicos para o veneno destas espécies. [editar]Sobrevivência a mordidas de serpentes venenosas Há pouca razão para temer a morte devido à mordedura de serpentes. Apenas um quarto das cobras é peçonhenta, e dentre as 7 000 mordidas de cobras registradas na América por ano, menos de 15 vítimas morrem. No entanto, se você for mordido por uma serpente, há certos procedimentos a seguir. Primeiramente, distancie-se da cobra agressora. Segundo, localize um ou dois ferimentos puntiformes em seu corpo. Se o local da mordida começar a inchar ou doer muito, então você foi envenenado. Se possível, mantenha o ferimento acima ou no mesmo nível do coração para facilitar a circulação e rapidamente procure auxílio médico. O veneno em si normalmente não o matará, mas exacerbar-se enquanto envenenado pode ser fatal. Não amarre o local da mordida para impedir que o veneno espalhe-se, pois a falta de circulação sanguínea pode matar o local. Além do mais, o veneno espalha-se por seu sistema circulatório quase que instantaneamente quando é injetado. Apesar da crença popular, não se pode sugar o veneno da cobra usando-se a boca. [editar]Sinais e sintomas Marca dos dentes na pele; Dor local e inflamação; Pulso acelerado e respiração dificultosa; Debilidade física; Problemas de visão; Náuseas e vômitos; Hemorragias. [editar]Tratamento Pré-Hospitalar Mantenha a pessoa calma e deitada, removendo-a do local onde ocorreu a picada; Lave com água e sabão o local da picada; Retire anéis e outros materiais que atrapalhem a circulação na extremidade afetada; Mantenha o membro afetado elevado acima ou ao mesmo nível do coração; Transporte imediatamente a pessoa para um hospital. Não é necessário levar a serpente ou descrevê-la para o médico, ele fará o diagnóstico a partir do ferimento e dos efeitos no corpo do paciente. Somente o soro cura intoxicação por picada de serpentes. Há soro especifico para a maioria das espécies de serpentes.

Os besouros

Os besouros são os insetos que possuem a maior ordem de insetos, a Coleoptera. São cerca de 350 mil espécies diferentes, algumas descobertas à pouco tempo. São insetos que podem ser encontrados em qualquer ambiente, desde os mais úmidos ao deserto, e até mesmo em ambientes marinhos. Seu corpo é dividido em três partes: cabeça, tórax e abdômen e é revestido por quitina, uma substância que garante a proteção de seu exoesqueleto, deixando-o mais rígido, sem comprometer seus movimentos. Alimentam-se de folhas, plantas em geral, animais como minhocas e caracóis. Seu ciclo de vida é curto, podendo ser de um mês ou apenas de uma semana. Os besouros são os insetos que possuem o maior número de armas de defesa contra predadores, mesmo assim, servem de alimento para corujas e sapos. Curiosidades sobre os besouros: algumas espécies de besouros podem mudar de cor dependendo de seu “humor”; outros podem mergulhar e viver abaixo da superfície da água. Besouro Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nota: Para outros significados, veja Besouro (desambiguação). Coleoptera Classificação científica Reino: Animalia Filo: Arthropoda Classe: Insecta Ordem: Coleoptera Sub-ordens Adephaga Archostemata Myxophaga Polyphaga Protocoleoptera † Os coleópteros (Coleoptera) constituem uma ordem de insetos popularmente conhecidos como besousos[1]. A palavra Coleoptera vem do grego κολεός, koleos (estojo) e πτερόν, pteron (asas), como uma referência a uma importante característica dos besouros: um par de asas anteriores rígidas, conhecidas como élitros, que protegem como um "estojo" as asas posteriores, que são membranosas e delicadas.[2] A ordem Coleoptera possui o maior número de espécies dentre todos os seres vivos — cerca de 350 mil — sendo portanto o grupo animal mais diversificado existente.[3] Dentre os seus representantes mais conhecidos estão as joaninhas, os besouros-rinocerontes, os gorgulhos, os escaravelhos, os besouros-serra-pau, os vaga-lumes, os salta-martins e os potós. A maior família dentro da ordem coleoptera (e também dentre todo o reino animal) é a família Curculionidae, com mais de 50.000 espécies diferentes, que caracterizam-se pelo rostro comprido que possuem.[4] Os coleópteros apresentam uma enorme diversidade morfológica. Ocupam particamente qualquer habitat, incluindo os de água doce, embora a sua presença em ambientes marinhos seja mínima. São na grande maioria animais fitófagos, o que torna alguns besouros verdadeiras pragas de culturas, como é o caso de certos besouros-da-cana, por exemplo.[5] Outros, como as joaninhas, são vorazes predadores de afídeos (pulgões) e, portanto, desempenham um papel importante no combate a estas pragas.[6] Índice [esconder] 1 Morfologia Externa 2 Taxonomia 3 Ver também 4 Referências [editar]Morfologia Externa Os besouros são geralmente caracterizadas por um rígido exoesqueleto, bem como por rígidos élitros. O exoesqueleto do besouro é composto por numerosas camadas de placas de quitina, chamadas de escleritos, que são separadas por suturas finas. Estas características possibilitam uma espécie de defesa blindada mas que não afeta sua flexibilidade. Em geral a anatomia de um besouro é bastante uniforme, embora certos órgãos específicos e apêndices possam variar muito em aparência e função entre as muitas famílias na ordem. Como todos os demais insetos, os corpos dos besouros são divididos em três seções: cabeça, tórax e abdômen. [editar]Taxonomia Ver página anexa: Famílias e subfamílias de coleópteros Sub-ordem Adephaga Sub-ordem Archostemata Sub-ordem Myxophaga Sub-ordem Polyphaga Família Cerambycidae Família Chrysomelidae Família Ciidae - ciídeos Família Coccinellidae - joaninhas Família Lampyridae - vaga-lume Família Nitidulidae Família Scarabaeidae - escaravelhos Sub-ordem Protocoleoptera † A Wikispecies tem informações sobre: Besouro O Commons possui uma categoria com multimídias sobre Coleoptera [editar]Ver também Besouro-da-batata Besouro-do-fumo Besouro-golias Besouro-hércules Besouro-japonês Besouro-pardo Besouro-verde

sexta-feira, 22 de março de 2013

Os 7 piores dias do planeta Terra

O planeta Terra tem cerca de 4,5 bilhões de anos, e nestes anos já viu muitos dias ruins (realmente ruins, com colisões planetárias, chuvas de fogo, gelo de polo a polo, nuvens tóxicas e tudo o mais). Confira sete dos piores dias que o globo já passou:

7. O impacto com Theia




A formação do planeta Terra foi um período de grandes impactos.
O que era um anel de gás e poeira foi formando “grumos”, que por sua vez se juntaram para dar forma ao planeta. Depois de alguns milhões de anos, a crosta da Terra já havia esfriado e solidificado, quando uma aproximação com um outro planeta acabou da pior forma possível: em uma colisão que lançou a atmosfera e parte da crosta terrestre no espaço.
O planeta hipotético que teria colidido com a Terra no início da sua “vida” recebeu o nome de Theia, e teria se formado ao mesmo tempo que o nosso, na mesma órbita. Com 10% da massa da Terra, mais ou menos o tamanho de Marte, o núcleo de Theia afundou e se tornou parte do núcleo terrestre, enquanto um pedaço de sua crosta se misturou a nossa crosta e também à massa que entrou em órbita.

Essa massa que entrou em órbita formou primeiro um disco de matéria, como os anéis de Saturno, e depois se agregou em um novo corpo, a lua. Com sua órbita inclinada, o satélite estabilizou a rotação da Terra que, sem o seu constante puxão gravitacional, estaria sujeita ao dos outros planetas, o que desestabilizaria seu eixo.

6. O intenso bombardeio tardio


Levou cerca de 150 milhões de anos para a crosta terrestre resfriar e se solidificar novamente, quando outro “dia ruim” chegou: o intenso bombardeio tardio.
Por alguma razão desconhecida, depois que os planetas rochosos já estavam formados (e por isto o nome de “tardio”), uma chuva intensa de trilhões de asteroides e cometas atingiu o sistema solar interior. As causas podem ser alguma instabilidade nas órbitas dos gigantes gasosos, embora existam outras hipóteses.
Neste bombardeio, asteroides imensos atingiram o planeta. Alguns cientistas supõem que foi um período em que a vida se formava para em seguida ser apagada por um asteroide, e isto teria se repetido várias vezes.
Mas não há evidências na crosta terrestre deste bombardeio, que durou cerca de 200 milhões de anos. Qualquer cratera da época, cerca de 4,1 bilhões de anos atrás, foi apagada pela erosão.
As evidências deste bombardeio estão na lua, que tem algumas de suas maiores crateras datando daquela época. Qualquer chuva de asteroides que tenha atingido o satélite naquela época certamente atingiu a Terra também, além de Vênus, Mercúrio e Marte.
Mas há um ponto positivo no intenso bombardeio tardio. Alguns cientistas especulam que os metais que utilizamos hoje, entre eles platina, prata e ouro, foram depositados por estes asteroides, já que os metais que faziam parte do planeta teriam mergulhado para seu centro durante a fase em que a Terra estava liquefeita.

5. Terra bola de neve

Este foi um cataclismo que durou centenas de milhares de anos, chamado Terra bola de neve, um período em que a Terra congelou completamente. E não só uma vez, mas várias vezes.
Durante uma era do gelo típica, as geleiras avançam dos polos em direção ao equador, atingindo, do lado norte, as regiões que hoje correspondem à Nova Iorque, nos Estados Unidos, e Paris, na França. Mas quando aconteceram os eventos “Terra bola de neve”, toda a superfície do planeta congelou, de polo a polo.
Os piores episódios de congelamento do planeta teriam acontecido primeiro a 2,4 bilhões de anos, e depois, 600 milhões de anos atrás. Não há evidências diretas destes períodos de congelamento, mas a hipótese da Terra congelada explica porque há depósitos de glaciares em áreas que já foram o equador do planeta.
E o que teria causado este cataclismo gelado? Talvez a própria vida. Quando surgiu a vida, o gás que ela respirava era metano, um gás de efeito estufa, que teria mantido o planeta aquecido até que surgiu a clorofila na Terra, e os microrganismos passaram a produzir oxigênio.
O oxigênio oxidou o metano e produziu dióxido de carbono, e as criaturas que viviam de metano morreram na assim chamada catástrofe do oxigênio. O desaparecimento da camada de metano acabou com o efeito estufa da época, e o planeta congelou.
A era do gelo provavelmente acabou por causa da atividade vulcânica do planeta, que era mais intensa na época, o suficiente para descongelar o planeta.
Curiosamente, depois de ambos os períodos de congelamento, a vida floresceu no planeta com vigor renovado, causando a diversificação de vida microbiana 2,4 bilhões de anos atrás, e a vida animal 600 milhões de anos atrás.

4. A extinção ordoviciana

99% de todas a espécies que já existiram estão extintas, a maioria por causa de eventos de extinção em massa. O primeiro destes aconteceu durante o período ordoviciano, 450 milhões de anos atrás.
De todas as extinções em massa, a do ordoviciano é a mais misteriosa. Como ela aconteceu há mais tempo do que todas as outras, as pistas sobre o que ocorreu são as mais tênues.
A princípio, os cientistas acreditaram que a extinção foi causada por uma era do gelo, mas uma nova hipótese está se formando: a de que a Terra foi banhada por um disparo de raios gama. Este tipo de evento acontece quando uma estrela explode ao longo de seu eixo, nas duas direções, norte e sul.
Um disparo de raios gama que atingisse a Terra vaporizaria 1/3 da camada de ozônio, expondo os seres vivos à doses letais de radiação e à radiação UV, prejudicial a nós. Além disso, o raio gama romperia as moléculas de nitrogênio e oxigênio, produzindo um nevoeiro de dióxido de nitrogênio, o que causaria um desastre secundário – uma era do gelo.
Não há certeza se a suposta era do gelo foi causada por um disparo gama, mas é certo que as criaturas vivas que se arrastavam na superfície e camadas mais altas do oceano sofreram um decréscimo enorme, sugerindo que foram mortas por raios UV.
Outra hipótese mais fantástica é a de que a Terra sofreu as consequências de uma onda de choque. A galáxia viaja por um fluxo de gás intergaláctico, e quando a Terra afasta-se acima ou abaixo do disco galáctico, é exposta a raios cósmicos causados pelo aquecimento deste gás na onda de choque à frente do sistema solar.
Isto acontece a cada 64 milhões de anos, o que corresponde a uma diminuição e aumento da biodiversidade da vida a cada 62 milhões de anos, que aparece no registro fóssil. Estarão ligados, estes eventos? É uma hipótese que ainda está sendo desenhada e não foi testada, mas parece poder explicar algumas extinções em massa na Terra.

3. A extinção KT

A extinção KT (do nome das camadas que ela separa, o Cretáceo e o Terciário) é a mais famosa. Aconteceu há 65 milhões de anos e foi causada pela queda de um asteroide, Chicxulub, na região do Iucatã que tem o mesmo nome. Ela liquidou os dinossauros e abriu caminho para o domínio dos mamíferos.
A novidade é que existe uma hipótese de que o asteroide Chicxulub não foi o único causador da extinção KT; ele teria sido apenas um coadjuvante. Um derramamento de lava que jorrou material suficiente para cobrir mais de um milhão de quilômetros quadrados, jogando gases tóxicos na atmosfera que poderiam alterar o clima da Terra, parece ser o principal culpado.
Este derramamento de lava já estaria acontecendo quando o asteroide Chicxulub deu o golpe de misericórdia nos dinossauros, na época já em declínio.
Também pode ser que tal golpe de misericórdia tenha sido múltiplo, com vários asteroides atingindo a Terra – Chicxulub não seria nem o maior deles.
Os defensores dos múltiplos impactos apontam para uma estrutura misteriosa no fundo do mar próximo da costa da Índia, que recebeu o nome de cratera Shiva. Mas os críticos apontam que a estrutura pode nem mesmo ser uma cratera de impacto.
E para quem está se perguntando se poderemos ter o mesmo fim dos dinossauros, a resposta é sim. A passagem do asteroide 2012 DA14 e a explosão do meteoro sobre a Rússia servem de aviso – isto pode acontecer novamente. Foguetes e tecnologia serão suficientes para nos salvar?

2. A Grande Mortandade

Esta é a maior extinção em massa do planeta Terra, e uma que ainda tem mistérios não resolvidos. Aconteceu a 250 milhões de anos atrás, e resultou na morte de 95% de todos os seres vivos que haviam no planeta. Mais vidas morreram então do que em qualquer tempo antes e depois, até hoje.
Durante décadas, os cientistas procuraram por pistas para a causa de tanta morte, e um dos culpados supostos seria um supervulcão da Sibéria cuja erupção durou um milhão de anos e produziu o maior fluxo de lava de que se tem notícia. O derramamento teria queimado plantas, liberando gases tóxicos e de efeito estufa, causando um aquecimento global.
O problema é que até as plantas que conseguem sobreviver com gás carbônico sucumbiram. O que poderia ter causado sua morte?
Recentemente, uma nova hipótese foi levantada: a de que houve também formação do gás sulfato de hidrogênio, que, combinado com o calor, poderia ter causado a extinção em massa da época.

1. Apocalipse Solar

Em cinco bilhões de anos, o sol vai mudar: vai passar de anã amarela para gigante vermelha quando seu hidrogênio acabar e ele passar a fundir hélio para formar carbono. Neste processo, deve se expandir e ficar 200 vezes maior.
Enquanto expande, o sol vai engolir primeiro Mercúrio, depois Vênus, e talvez a Terra – o destino do nosso planeta ainda não é conhecido; ele pode ser empurrado para uma órbita mais alta ou engolido também.
De qualquer forma, o planeta Terra de então será bem diferente do atual.
A cada bilhão de anos, o sol fica 10% mais brilhante, o que significa que em menos de 10 bilhões de anos o planeta estará brilhante o suficiente para arrancar o gás carbônico da atmosfera, matando as pantas que dependem deste gás para crescer e realizar a fotossíntese.
E não é só isso. Para nossa desgraça (literalmente), os oceanos vão evaporar e toda a vida do planeta será extinta. A Era dos Animais deve terminar em cerca de 500 milhões de anos.[The Universe: Worst Days on Planet Earth]
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=k58ys-0pJZk


Cientistas chegam perto de inventar a “capa da invisibilidade”


Em breve, a capa da invisibilidade pode não ser mais uma exclusividade do Harry Potter. Cientistas do Reino Unido estão trabalhando com um filme flexível, que contém minúsculas estruturas que, juntas, formam um “metamaterial”.
Esse metamaterial pode, entre outros truques, manipular a luz para tornar objetos invisíveis. Ele trabalha interrompendo e canalizando o fluxo de luz em um nível fundamental, como ondas de luz em volta de um objeto. No entanto, as leis da óptica dizem que as ondas de luz só podem ser manipuladas dessa maneira quando as estruturas são quase tão grandes quanto o comprimento das ondas.
Metamateriais flexíveis já haviam sido fabricados antes, mas só funcionavam na luz de uma cor muito além do que os seres humanos vêem.
Até agora, os experimentos mais marcantes de invisibilidade ocorreram por ondas de luz com um comprimento de onda muito maior, ou seja, uma cor avermelhada muito além do que os seres humanos podem ver. Isso porque é simplesmente mais fácil construir metamateriais com estruturas relativamente grandes.
Para ondas muito menores, as quais os seres humanos podem ver, o metamaterial exige estruturas muito pequenas, ou seja, nanoestruturas, que por enquanto os pesquisadores não conseguem produzir. Porém, os cientistas têm esperanças. Para eles, o primeiro passo é imaginar em primeiro lugar que isso poderia ser feito.
Até hoje, todos os resultados típicos foram alcançados em superfícies planas e rígidas, pois este é o legado dos procedimentos utilizados para a criação de nanoestruturas. Então, ao invés de construir as estruturas em rede de silício, duras e quebradiças, os pesquisadores usaram uma fina película de polímero. Assim, eles fabricaram uma única camada que tem as propriedades necessárias para se criar um metamaterial 3D flexível.
O próximo passo seria caracterizar a maneira como as propriedades ópticas do material mudam quando ele é dobrado. Se as propriedades forem sensíveis ao movimento, a delicada manipulação dos filmes pode torná-los úteis para a próxima geração de lentes de câmeras, por exemplo. Se, ao invés disso, eles forem impermeáveis à flexão e movimento, os filmes poderiam ser úteis em lentes de contato, por exemplo.
Os pesquisadores alertam que o metamaterial claramente ainda não é uma capa da invisibilidade. Mas é o passo certo em direção a essa descoberta, ainda um pouco distante. [BBC]